Sala de recursos/ CEJA
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
A mídia na escola e para a escola
As novas tecnologias, como a Internet, são aliadas na disseminação de informação, enquanto elementar na
construção do conhecimento. A televisão é uma ferramenta essencial para manter os indivíduos conscientes
do que acontece no mundo, no país, na região, nos municípios e, até mesmo, no comércio da esquina.
A produção midiática faz recortes de contextos sociais e edita os fatos de acordo com a sua forma. O
conteúdo é tratado dentro da lógica midiática, que na maioria das vezes não atende as demandas dos
indivíduos por completo. O programa telejornalístico foi muito violento, a produção musical da minha rádio
preferida está tocando músicas que não fazem parte de meus gostos pessoais. O jornal de meu estado está
sendo tendencioso na cobertura das eleições municipais, dentre outros exemplos que se poderia ofertar
como forma de demonstrar a insatisfação quanto ao conteúdo e à forma da produção midiática.
Essa consciência, que parece ser coletiva, para muitos é restrita a uma pequena parcela de pessoas
chamadas de “intelectuais”, e é disseminada em todas as camadas sociais, por todas as partes do globo, não
sendo exclusividade dos analistas.
A escola, finalmente, entra nesse processo como um lugar de tematização e discussão desses conteúdos e
formas midiáticas. O professor, que muitos profetizaram que desapareceria com o advento da Internet e dos
telecursos, tem papel central nessa relação dialógica entre a oferta midiática e o contexto escolar.
Ofertar um olhar crítico sobre a mídia é discuti-la enquanto constituinte do sistema, não descaracterizando a
sua apreciação do contexto escolar. As mediações feitas pelos professores, quanto ao conteúdo educativo
permanecerão, porém aceleradas pela mediação do campo midiático, que circula no lar das crianças, que
tematizam não só as discussões com os amigos da rua, mas também as brincadeiras, bem como a cultura
infantil.
Muito mais do que saber lidar com as tecnologias é necessário saber lidar com o seu contexto. A alienação à
exposição da televisão é discurso que não ressoa mais como uníssono, pois este meio técnico é um
importante facilitador dos professores. Nesse sentido, Ferrés (1996) destaca que o que era causa de
alienação será oportunidade para formação. O que era convite à hipnose passará a uma provocação para
reflexão crítica, com a televisão transformando-se em um meio que enr
construção do conhecimento. A televisão é uma ferramenta essencial para manter os indivíduos conscientes
do que acontece no mundo, no país, na região, nos municípios e, até mesmo, no comércio da esquina.
A produção midiática faz recortes de contextos sociais e edita os fatos de acordo com a sua forma. O
conteúdo é tratado dentro da lógica midiática, que na maioria das vezes não atende as demandas dos
indivíduos por completo. O programa telejornalístico foi muito violento, a produção musical da minha rádio
preferida está tocando músicas que não fazem parte de meus gostos pessoais. O jornal de meu estado está
sendo tendencioso na cobertura das eleições municipais, dentre outros exemplos que se poderia ofertar
como forma de demonstrar a insatisfação quanto ao conteúdo e à forma da produção midiática.
Essa consciência, que parece ser coletiva, para muitos é restrita a uma pequena parcela de pessoas
chamadas de “intelectuais”, e é disseminada em todas as camadas sociais, por todas as partes do globo, não
sendo exclusividade dos analistas.
A escola, finalmente, entra nesse processo como um lugar de tematização e discussão desses conteúdos e
formas midiáticas. O professor, que muitos profetizaram que desapareceria com o advento da Internet e dos
telecursos, tem papel central nessa relação dialógica entre a oferta midiática e o contexto escolar.
Ofertar um olhar crítico sobre a mídia é discuti-la enquanto constituinte do sistema, não descaracterizando a
sua apreciação do contexto escolar. As mediações feitas pelos professores, quanto ao conteúdo educativo
permanecerão, porém aceleradas pela mediação do campo midiático, que circula no lar das crianças, que
tematizam não só as discussões com os amigos da rua, mas também as brincadeiras, bem como a cultura
infantil.
Muito mais do que saber lidar com as tecnologias é necessário saber lidar com o seu contexto. A alienação à
exposição da televisão é discurso que não ressoa mais como uníssono, pois este meio técnico é um
importante facilitador dos professores. Nesse sentido, Ferrés (1996) destaca que o que era causa de
alienação será oportunidade para formação. O que era convite à hipnose passará a uma provocação para
reflexão crítica, com a televisão transformando-se em um meio que enrAs novas tecnologias, como a Internet, são aliadas na disseminação de informação, enquanto elementar na
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Portal do Professor
Para acessar as informações disponíveis no Portal basta navegar por suas áreas e selecionar o que desejar. A primeira seção é Espaço da Aula: um lugar para criar, visualizar e compartilhar aulas de todos os níveis de ensino. As aulas podem ser acessadas por palavras-chave ou pela busca avançada.Em Conteúdos Multimídia, há cinco opções:Recursos Educacionais oferece milhares de materiais como áudios, vídeos, simuladores, imagens e outros para todos os níveis de ensino e componentes curriculares.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
CENTRO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS
AUTORES: PROF. ELIZANILDO LIMA, PROFª FABRICIA GLÓRIA MENEZES, PROF. RICARDO HENRIQUE DA SILVA RAMOS E PROF. SOLAGE MARIA GABRIEL MORAIS
PROJETO PEDAGÓGICO.
IDENTIFICAÇÃO:
· Nome do Projeto: SOLETRANDO
Colaboradores: Elizanildo Lima, Fabrícia Glória Menezes, Ricardo Henrique da Silva Ramos e Solange Maria Gabriel Morais
· Clientela: Alunos surdos que freqüentam o atendimento educacional especializado.
· Duração Prevista: 06 (seis) dias.
CONTEÚDO ESPECÍFICO: Vocabulário.
JUSTIFICATIVA: Diante da necessidade de ampliar o vocabulário na segunda língua e a relação desta com a língua materna, e procurando metodologias que favoreçam uma maior assimilação de palavras novas e concomitantemente reforçando conhecimentos anteriores e visando criar espaços onde exista uma maior interação e cooperação através de atividades em grupo. Objetivando também estimular a participação da comunidade surda, propondo atividades lúdicas.
OBJETIVOS:
- Relacionar o sinal em LIBRAS ao português escrito.
- Ampliar o vocabulário na segunda língua.
- Favorecer o crescimento nas relações interpessoais.
METODOLOGIA:
Ocorrerá a inscrição de 3 (três) grupos, compreendendo alunos do ensino fundamental e médio, divididos da seguinte forma: 1º grupo – alunos da 1° seguimento , 2º grupo – alunos do módulos I,II,III 3º grupo – alunos do Ensino Médio. As atividades serão realizadas às sextas-feiras no período da manhã. Totalizando 5 (cinco) encontros, assim organizados: 1º encontro – disputa entre os participantes do 1º grupo; 2º encontro – disputa entre os participantes do 2º grupo; 3º encontro – disputa entre os participantes do 3º grupo; 4º encontro - semifinal, com melhores dos três grupos anteriores; 5º encontro – final com dois finalistas. . Nas atividades utilizaremos o jogo “Soletrando”, em que um instrutor surdo fará um sinal em libras e os participantes com posse de uma tabuleta, escreverão a respectiva palavra na segunda língua. Também serão criadas situações onde o aluno deverá indicar a palavra correta (significado) dentro do contexto anunciado. Também será observado a correta grafia e acentuação como critério de classificação e eliminação.
RECURSOS:
· Os recursos humanos utilizados serão os colaboradores e participantes;
· Os recursos materiais utilizados para a execução serão: papel cartão de cores variadas, 15 pincéis, um celular (prêmio para o 1º colocado) e 3 medalhas de honra ao mérito.
AVALIAÇÃO:
· A avaliação será feita, por todos alunos envolvidos no projeto através do desempenho dos alunos na atividade proposta.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
PROJETO “APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS”
SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
Professora: ELIZANILDO WESEU LIMA, Fabrícia Glória Menezes,Ricardo Henrique da Silva Ramos e Solange Maria Gabriel de Morais
Centro de Educação de Jovens e Adultos- Ano Letivo de 2011
JUSTIFICATIVA
A iniciativa da proposta deste projeto está embasada segundo a nota técnica SEESP/GAB/Nº 11/2010 do Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial e Esplanada dos Ministérios, que se trata das Orientações para a institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais, implantadas nas escolas regulares.
A educação inclusiva, fundamentada em princípios filosóficos, políticos e legais dos direitos humanos, compreende a mudança de concepção pedagógica, de formação docente e de gestão educacional para a efetivação do direito de todos à educação, transformando as estruturas educacionais que reforçam a oposição entre o ensino comum e especial e a organização de espaços segregados para alunos público alvo da educação especial.
Nesse contexto, o desenvolvimento inclusivo das escolas assume a centralidade das políticas públicas para assegurar as condições de acesso, participação e aprendizagem de todos os alunos nas escolas regulares, em igualdade de condições.
Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial é definida como uma modalidade de ensino transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, que disponibiliza recursos e serviços e realiza o atendimento educacional especializado – AEE de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos público alvo da educação especial.
O Decreto nº 6.571/2008 dispõe sobre o atendimento educacional especializado, definido no §1º do art.1º, como o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente e prestados de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular. No §2º do art.1º, determina que o AEE integra a proposta pedagógica da escola, envolvendo a participação da família e a articulação com as demais políticas públicas.
Dentre as ações de apoio técnico e financeiro do Ministério da Educação previstas nesse Decreto, destaca-se, no art.3º, a implantação de salas de recursos multifuncionais, definidas como “ambientes dotados de equipamentos, mobiliários e materiais didáticos para a oferta do atendimento educacional especializado”.
Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, a Resolução CNE/CEB nº 4/2009, no art. 1º, estabelece que os sistemas de ensino devem matricular os alunos, público alvo da educação especial nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos multifuncionais ou centros de atendimento educacional especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos; e no seu art.4º define o público alvo do AEE como:
I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial; II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Ret, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação; III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas de conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
Para o Centro de Educação de Jovens e Adultos, educar é ir além do convencional, ter coragem de ousar. Mudar é compromisso de cada um de nós, e mudar o que aí está posto necessita coragem para ousar e é nesta visão que a escola se propõe ao atendimento do aluno:
a) Atividades e recursos pedagógicos e de acessibilidade, prestados de forma complementar à formação dos alunos público alvo da educação especial, matriculados no ensino regular;
b) Articulação e interface entre os professores das salas de recursos multifuncionais e os demais professores das classes comuns de ensino regular;
c) Plano de AEE: identificação das habilidades e necessidades educacionais específicas do aluno; planejamento das atividades a serem realizada avaliação do desenvolvimento e acompanhamento dos alunos; oferta de forma individual ou em pequenos grupos; periodicidade e carga horária; e outras informações da organização do atendimento conforme as necessidades de cada aluno;
d) Existência de espaço físico adequado para a sala de recursos multifuncionais; de mobiliários, equipamentos, materiais didático-pedagógicos e outros recursos específicos para o AEE, atendendo as condições de acessibilidade;
Os projetos que serão desenvolvidos no decorrer do ano letivo, na Sala de Recurso Multifuncional, visão atender o aluno de uma forma abrangente na linguagem oral e escrita, coordenação motora, conhecimento corporal e lateralidade, orientação espaço-temporal, habilidades psicomotoras (no processo de alfabetização), conhecimento lógico-matemático, conhecimento de mundo, percepção, expressão Musical e dramatização.
OBJETIVO GERAL
· Desenvolver estímulos indispensáveis ao pleno desenvolvimento afetivo, cognitivo e social da criança, criando para isto situações adequadas ao seu desenvolvimento, socialização e diminuir os efeitos de problemas decorrentes do meio e demais estímulos referentes à aprendizagem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
· Identificar dificuldade que induzem o aluno a conceitos diferenciados dos almejados em relação a determinados conteúdos.
· Introduzir o educando no mundo do pensamento mais ativo e organizado, através do trabalho individualizado, o uso de material de manipulação, tecnologia e a observação.
· Proporcionar estímulos que garanta a criança o desenvolvimento máximo de suas potencialidades.
METODOLOGIA
A Sala de Recursos multifuncional tem a função de estimular a aprendizagem, desenvolvendo atividades de linguagem oral, afetiva, e escrita, através do uso de material de manipulação, sempre que possível, para facilitar a formação de conceitos abstratos, atividades lúdicas, brinquedos cantados e outros, pois quanto mais a criança age, mais desenvolve as estruturas que lhe permite significado ao seu comportamento e as coisas. e além disso, propor atividades que desenvolva a autonomia e independência desses alunos.
Nas estratégias a serem trabalhadas prevê-se o trabalho com aula de campo, DVDs, programas de computador, pesquisas digitação, jogos didáticos, carimbos, leituras diversas: individualizada, silenciosa, de figuras, de imagens (vídeo, DVDs, TV), trabalho envolvendo rótulos e outros recursos disponíveis nesta unidade escolar
A metodologia será aplicada de acordo com a grade curricular do ensino regular fazendo intervenções de acordo com a limitação de cada aluno. Como estratégia principal será observado a potencialidade de cada aluno. Usaremos os recursos didáticos e pedagógicos existentes na escola além de visitas planejadas aos órgãos públicos, favorecendo ao aluno a formação de conceitos resultando na aprendizagem.
O Plano de AEE (EM CONSTRUÇÃO)
Objetivos Previstos: (EM CONSTRUÇÃO)
Superação será desenvolvida de acordo com a necessidade apresentada por cada aluno no desenvolvimento do estudo de caso
Atividades do Plano (EM CONSTRUÇÃO)
Para o desenvolvimento da capacidade grafo motora e da motricidade ampla: atividades de desenho, pintura e o uso de diferentes instrumentos como suporte para sua expressão gráfica, como, por exemplo, o computador; uso de massa de modelar; a construção de maquetes; dentre outras atividades. Deslocamentos em ambientes abertos através da expressão corporal com o uso de variados recursos, tais como bolas, arcos, dentre outros.
Para desenvolvimento de conceitos, desenhar, jogo simbólico, dramatização, pintura, música, jogo da memória, associação de imagens e palavras, contato com variados gêneros textuais. Todas as atividades devem ser contextualizadas e significativas para a criança e devem ser realizadas em situações lúdicas.
Para o desenvolvimento da autonomia e independência, será trabalhado com aluno com deficiência visual alfabetização em Braille, ensino do sorobã, orientação e mobilidade, informática, utilização de recursos de acessibilidades. E com aluno com surdez a língua portuguesa como segunda língua e a libra para aqueles que não tem domínio da língua brasileira de sinais.
Atenção e concentração jogos educativos diversos.
Oralidade
Relatos orais, registro oral de passeios, visitas, atividades de dramatização e brincadeiras livres que permitam ao aluno exercitar sua capacidade criativa e de expressão verbal. Interlocução entre a professora do AEE e a da sala de aula do ensino comum Visa a conhecer os efeitos do plano de EE no comportamento do aluno em sala de aula.
MATERIAIS DIDÁTICOS
- lupas;
- bolas diversas;
- 02 bolas de Pilates;
- bambolês,
- caixas de giz de cera;
- tesouras (grandes);
- cola tenaz;
- caixas de massa de modelar;
- ábacos;
- E.V.A de cores variadas (03 de cada cor);
-caixas de tinta guache,
- canetas marcar CD azul e preta)
- pincéis (espessuras variadas);
- rolo de papel bobina;
- resma de papel sulfite;
- cadernos pequenos (alunos do matutino e vespertino);
- papel crepom de cores variadas;
- papel camurça de cores variadas;
- papel para dobradura;
- papel cartão;
- caixas de palito de dente;
-maços de fósforo;
- pacotes de canudinhos;
- pacotes de bexiga (balão);
- tecido pintura;
- tecido (bordado p/ vagonite e ponto cruz);
- T.N.T (cores variadas);
- agulha de costura (de mão);
- agulhas de crochê;
- linhas de costura diversas;
- 10 m corda;
- 06 cones grandes
- 01 rolo de barbante;
- bastões de cola quente;
- 01 extensão;
- 01 T (para tomada);
- colchonetes;
- cabos de vassoura;
- pregos (pequenos e médio);
- feltro (diversas cores);
- Obs.: Os materiais de consumo serão utilizados bimestralmente.
RECURSOS DIDÁTICOS
- fantoches, brinquedos de encaixes, dedoches, quadro valor lugar, álbum seriado, livro de pano, livros paradidáticos e didáticos, dicionário de libras, quebra-cabeça variados, - blocos de madeira, garrafas pet, caixas de leite, material dourado, alfabeto móvel, jogos de memória variados, revistas e jornais velhos, livros diversos, sucatas e outros, tudo o que for necessário para enriquecer o trabalho dentro da proposta curricular da escola, contemplando o cotidiano e as especificidades de cada aluno.
RECURSOS TECNOLÓGICOS
Cada vez mais a linguagem cultural inclui o uso de diversos recursos tecnológicos para produzir processos comunicativos, utilizando-se diferentes códigos de significação (novas maneiras de se expressar e se relacionar). Inúmeros meios audiovisuais e multimídia disponibilizam dados e informações, permitindo novas formas de comunicação, além dos meios gráficos. As tecnologias da comunicação possibilitam novas formas de ordenação da experiência humana, com grandes reflexos, principalmente na cognição e na atuação humana sobre o meio e sobre si mesmo.
É fundamental que a instituição escolar integre a cultura tecnológica extracurricular ao seu cotidiano, proporcionando aos alunos o desenvolvimento de habilidades para utilização dos novos instrumentos de aprendizagem. A televisão é um meio de comunicação que oferece grande variedade de informações utilizando basicamente imagens e sons, o que a faz não depender necessariamente da cultura letrada, que não pode ser desconsiderada pela instituição escolar. É um meio de transmissão de programas, algumas vezes com finalidades educacionais, dirigidos a professores e alunos.
Já o computador é uma ferramenta que possibilita o estabelecimento de novas relações para a construção do conhecimento e da comunicação. O computador permite criar ambientes de aprendizagem que fazem surgir novas formas de pensar e aprender e, principalmente, de se comunicar. Para que os alunos não sejam receptores passivos é necessário contextualizar essas programações, levando em consideração as necessidades, interesses e condições de aprendizagem dos alunos.
- diversos tipos alternativos de comunicação;
- vídeos diversos;
- DVDs;
- aparelho de som;
- caixa de som;
- microfone;
- computador;
- impressora;
- softwares educativos;
- data show;
- máquina fotográfica digital
DURAÇÃO DO PROJETO
A execução deste projeto se dará ao longo do ano letivo, com possibilidade de se estender por mais tempo de acordo com as necessidades do aluno, até que a aprendizagem atenda aos objetivos propostos.
Computador e Educação? Uma ótima combinação
Como diz o Professor José Armando Valente em seu texto: ...O computador é apenas e tão somente um meio onde desenvolvemos inteligência, flexibilidade, criatividade e inteligências mais críticas... Ainda: ... Podemos concluir que com o uso do computador, mesmo as tarefas mais simples, como desenhar na tela, escrever um texto, etc..., são suficientemente ricas e complexas, permitindo o desenvolvimento de uma série de habilidades que ajudam na solução de problemas, levando o aluno a aprender através de seus erros...
Para tal utilizareis programas que despertem o raciocínio lógico matemático, produção de textos, artes entre outros recursos que as mídias nos proporcionam.
REFERÊNCIAS
NOTA TÉCNICA – SEESP/GAB/Nº 11/2010 - Orientações para a institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado – AEE em Salas de Recursos Multifuncionais, implantadas nas escolas regulares.
Marcos Seesp-Mec Fascículo II.qxd 10/11/2010 Disponível em: http://portal.mec.gov.br Acesso 20/02/2011
ALMEIDA, Anne. Ludicidade como instrumento pedagógico. Disponível em: http://www.cdof.com.br/recrea22.htm. Acesso no dia 19 de fevereiro de 2006.
NUNES, Ana Raphaella Shemany. O lúdico na aquisição da segunda língua. Disponível em: http://www.linguaestrangeira.pro.br/artigos_papers/ludico_linguas.htm. Acesso no dia 16 de fevereiro de 2006.
VELASCO, Cacilda Gonçalves. Brincar: o despertar psicomotor. Rio de Janeiro: Sprint Editora, 1996
NUNES, Ana Raphaella Shemany. O lúdico na aquisição da segunda língua. Disponível em: http://www.linguaestrangeira.pro.br/artigos_papers/ludico_linguas.htm. Acesso no dia 16 de fevereiro de 2006.
VELASCO, Cacilda Gonçalves. Brincar: o despertar psicomotor. Rio de Janeiro: Sprint Editora, 1996
VEIGA, Marise Schmidt. Computador e Educação? Uma ótima combinação. Petrópolis, 2001. Pedagogia em Foco. Disponível em: . Acesso em 20/02/2011
ANEXO I – Fichas de encaminhamento
ANEXO I I - Relação dos alunos e suas...
ANEXO III - Projetos a serem trabalhados em 2011. ( Projeto Interação, neste projeto acontece a interação entre todos os alunos da sala e oportunamente a participação dos pais; Projeto Artesanato, Projeto Bandinha)...
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
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